Um regabofe e um fartar de vilania.
É esta a impressão com que se fica do passado governativo deste país e das ligações perigosas com a economia. Não sei se adiantou coisa alguma o facto de em Itália ter existido uma operação mãos limpas.
Certo é que por cá essa ideia de colocar em causa certos negócios assume sempre um lado em que os visados se afirmam como super honestos e se indignam como virgens arrependidas.
Não podemos negar que nas décadas passadas o património do Estado, por via de concessões, obras públicas e compras, foi sendo canalizado duma forma paulatina e sistemática para o património de certos privados ou interesses.
Nessa altura todos nós portugueses nos esquecemos que esse património era afinal nosso, sendo os sucessivos governos meros mandatários para a sua aplicação.
Houve gente e grupos económicos que engordaram à nossa custa. Só penso que aqueles que estão com o nosso dinheiro, observam agora à distância, talvez na Holanda, a aguardar o tempo e a oportunidade de nos explorarem novamente como consumidores, os novos carneiros e escravos do presente.
Por outro lado íamos sendo enganados pelo sistema financeiro. Querem dinheiro, pois bem, nós temos aqui muito para emprestar, que até não é nosso, pedimo-lo lá fora a taxas favoráveis para vo-lo entregar com um belo spread.
E descansem, pensaram eles, como aliás pensam sempre os ricos, de que há marés e marinheiros.
Agora emprestamos para que vocês comprem as vossas casas e outros bens, aquelas que no futuro nos entregarão a custo zero, para depois quando pensarem que estão novamente ricos e eufóricos, as possamos revender a vocês novamente.
A nova forma de exploração é a conjugação de desinformação, falta de transparência e ilusão.
É esta a impressão com que se fica do passado governativo deste país e das ligações perigosas com a economia. Não sei se adiantou coisa alguma o facto de em Itália ter existido uma operação mãos limpas.
Certo é que por cá essa ideia de colocar em causa certos negócios assume sempre um lado em que os visados se afirmam como super honestos e se indignam como virgens arrependidas.
Não podemos negar que nas décadas passadas o património do Estado, por via de concessões, obras públicas e compras, foi sendo canalizado duma forma paulatina e sistemática para o património de certos privados ou interesses.
Nessa altura todos nós portugueses nos esquecemos que esse património era afinal nosso, sendo os sucessivos governos meros mandatários para a sua aplicação.
Houve gente e grupos económicos que engordaram à nossa custa. Só penso que aqueles que estão com o nosso dinheiro, observam agora à distância, talvez na Holanda, a aguardar o tempo e a oportunidade de nos explorarem novamente como consumidores, os novos carneiros e escravos do presente.
Por outro lado íamos sendo enganados pelo sistema financeiro. Querem dinheiro, pois bem, nós temos aqui muito para emprestar, que até não é nosso, pedimo-lo lá fora a taxas favoráveis para vo-lo entregar com um belo spread.
E descansem, pensaram eles, como aliás pensam sempre os ricos, de que há marés e marinheiros.
Agora emprestamos para que vocês comprem as vossas casas e outros bens, aquelas que no futuro nos entregarão a custo zero, para depois quando pensarem que estão novamente ricos e eufóricos, as possamos revender a vocês novamente.
A nova forma de exploração é a conjugação de desinformação, falta de transparência e ilusão.
Cuidados com higiene
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