Hum, sim tudo bem. Portugal continuará a receber os impostos da Jerónimo Martins cá. Certo, já o sabíamos. Muda-se a sede fiscal da holding para a Holanda e deixa-se é de receber o que era atraído em impostos do resto do mundo.
Mas convenhamos, a Jerónimo Martins é uma empresa privada, e é sabido que o capital privado, porque não tem alma ou pátria, migra para envolventes fiscais mais promissoras e menos extorsionistas.
Portugal é hoje um Estado caro, dá prejuízo, sem esperança e eventualmente sem futuro, pelo menos, durante alguns anossss. Quem por cá ficar, em Portugal, arrisca-se a ficar aprisionado, digo pregado, no interior das suas próprias fronteiras e miséria.
A Jerónimo Martins limitou-se a pensar bem e em ...consequência.
Vale mais fugir e pormo-nos a salvo enquanto é tempo e possível.
Portugal e os portugueses estão a pagar pela "competência" dos seus políticos e pela inércia ou ausência de vigilância daqueles por parte dos seus cidadãos.
Devemos talvez aprender que para o futuro não podemos deixar estes senhores, os nossos políticos e governantes, à rédea solta para, durante quatro anos de legislatura, agirem em nosso nome e com um cheque em branco.
Muitas revoluções começaram com o "no taxation, without representation". Agora, para não termos revoluções inúteis e dolorosas, talvez fosse melhor começarmos a ser verdadeiramente pro-activos e aprendermos a perguntar a quem nos lidera: "Onde vais gastar o nosso dinheiro, pá?"
Cuidados com higiene
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