A exequibilidade de José Seguro e a Madeira

Admiro a forma como António José Seguro protege os interesses da Madeira relativamente ao modo como o Governo português se deve comportar para pagar as dívidas desta região. 

É um registo que fica algures entre o cândido e o repelente. 

Não há dúvida que é cada vez mais extremamente difícil ser político querendo parecer que não se o é. 

Da boca deste senhor ouve-se palavras qualquer coisa como: O Governo português deve arranjar maneira de ajudar a Madeira, de modo que incentive a economia e seja exequível. 


Não sou economista, nem entendo muito de politica, mas parece-me, a lógica confirma-o, que a exequibilidade da Madeira está dependente da exequibilidade do continente.

Digamos que, em palavras simples, o dinheiro para lá chegar, ás ilhas, passa sempre primeiro por estes lados. 

E quem anda por aqui no dia a dia da labuta vê a corrente financeira com um ar ressequido. 

Compreendemos que o Dr. Seguro queira ser um gajo porreiro para o Dr. Jardim com as suas muitas obras inúteis (quando nos é dado o prazer de ver este senhor na televisão está sempre agarrado a um bocado de pano que levanta duma qualquer placa), isto por razões que confluem apenas numa. 

É preciso existir politicamente, dizendo mal (naturalmente com um ar bonzinho) de tudo o que apareça e esteja na ordem do dia. Acreditará no que diz?
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