Será possível que alguém acredite nesta patranha?
Os economistas já fizeram as contas. Há muitos juros para pagar, há muito capital para amortizar, ainda muito défice público para anular, felizmente, há boas noticias no défice externo com exportações a crescer e importações a diminuir.
Há recessão, muito desemprego e muito desespero. E então, o que temos?
Um individuo a contradizer pensadores e conhecedores destas matérias, mesmo dentro do seu próprio partido, com as "promessas" de que com ele não havia perda de subsídios, não havia anulação ou fusão de freguesias, não havia mais o quê? e mais o quê?
Fazendo as continhas de merceeiro que se exigem, a acreditar no senhor Seguro não havia sequer uma austeridade inteligente, haveria muito para distribuir e, como Cândido de Voltaire, vivemos no melhor dos mundos.
Para ele todas as reformas, olhadas como necessárias há muito tempo pelo cidadão comum, pura e simplesmente, não têm cabimento.
Ele fá-las-ia de outra maneira, mas que por sinal não sabemos como. Mas a olhar pelo que ouvimos, nas autarquias seria negociar com os autarcas, na saúde, com os médicos, nas escolas com os alunos e professores, na criminalidade financeira e do enriquecimento ilicito, eventualmente com os corruptos.
Enfim, um deserto, o nim, a politica do bota abaixismo, o vazio de ideias, não a austeridade inteligente, mas a ingenuidade ou vacuidade absurda.
"Porque non te callas?"
Os economistas já fizeram as contas. Há muitos juros para pagar, há muito capital para amortizar, ainda muito défice público para anular, felizmente, há boas noticias no défice externo com exportações a crescer e importações a diminuir.
Há recessão, muito desemprego e muito desespero. E então, o que temos?
Um individuo a contradizer pensadores e conhecedores destas matérias, mesmo dentro do seu próprio partido, com as "promessas" de que com ele não havia perda de subsídios, não havia anulação ou fusão de freguesias, não havia mais o quê? e mais o quê?
Fazendo as continhas de merceeiro que se exigem, a acreditar no senhor Seguro não havia sequer uma austeridade inteligente, haveria muito para distribuir e, como Cândido de Voltaire, vivemos no melhor dos mundos.
Para ele todas as reformas, olhadas como necessárias há muito tempo pelo cidadão comum, pura e simplesmente, não têm cabimento.
Ele fá-las-ia de outra maneira, mas que por sinal não sabemos como. Mas a olhar pelo que ouvimos, nas autarquias seria negociar com os autarcas, na saúde, com os médicos, nas escolas com os alunos e professores, na criminalidade financeira e do enriquecimento ilicito, eventualmente com os corruptos.
Enfim, um deserto, o nim, a politica do bota abaixismo, o vazio de ideias, não a austeridade inteligente, mas a ingenuidade ou vacuidade absurda.
"Porque non te callas?"
Cuidados com higiene
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