Pelo que nos é dado ver, devemos ser o país que tem mais economistas por metro quadrado.
Se estiver enganado, será concerteza o que tem os mais palavrosos.
Todos têm uma palavra a dizer sobre a crise e o que não deveria ter sido feito, e todos contaminam os seus juízos técnicos com as opções políticas.
A história e o tempo que vivemos elevou-os a arautos, quase profetas.
Estranho é o facto de todos os seus juízos, digamos, técnico-políticos destes iluminados nunca serem coerentes entre o que é o discurso e o que é a prática.
Façamos um exercício de memória. Ao longo dos anos vemos estas caras, quase sempre as mesmas, tecendo os seus comentários e os seus prognósticos "reservados" sobre a situação económica do país e o que esperam para o futuro da vida dos portugueses, tudo sendo dito com uma parcimoniosa quietude, um pessimismo benigno, que nos faz crer a todos nós que estes senhores sabiam tudo o que se passava e nos esperava.
Há desculpas? O subprime, a bolha imobiliária? Sinceramente, penso que não.
Estes indivíduos são também matemáticos, e vemos agora, com profundo desprazer, que os números não enganam.
E esses estão lá desde sempre e desde o tempo que formulavam as suas profecias de melhor ou pior mal estar.
Perguntava a ministra das finanças austríaca ao ministro grego: "Can I trust you?".
Podemos nós confiar em vocês? Podemos nós confiar nos economistas? Se calhar não.
Não podemos confiar em verborreia que não tem tradução prática.
Se estiver enganado, será concerteza o que tem os mais palavrosos.
Todos têm uma palavra a dizer sobre a crise e o que não deveria ter sido feito, e todos contaminam os seus juízos técnicos com as opções políticas.
A história e o tempo que vivemos elevou-os a arautos, quase profetas.
Estranho é o facto de todos os seus juízos, digamos, técnico-políticos destes iluminados nunca serem coerentes entre o que é o discurso e o que é a prática.
Façamos um exercício de memória. Ao longo dos anos vemos estas caras, quase sempre as mesmas, tecendo os seus comentários e os seus prognósticos "reservados" sobre a situação económica do país e o que esperam para o futuro da vida dos portugueses, tudo sendo dito com uma parcimoniosa quietude, um pessimismo benigno, que nos faz crer a todos nós que estes senhores sabiam tudo o que se passava e nos esperava.
Há desculpas? O subprime, a bolha imobiliária? Sinceramente, penso que não.
Estes indivíduos são também matemáticos, e vemos agora, com profundo desprazer, que os números não enganam.
E esses estão lá desde sempre e desde o tempo que formulavam as suas profecias de melhor ou pior mal estar.
Perguntava a ministra das finanças austríaca ao ministro grego: "Can I trust you?".
Podemos nós confiar em vocês? Podemos nós confiar nos economistas? Se calhar não.
Não podemos confiar em verborreia que não tem tradução prática.
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