Não se pode esquecer que a politica é um processo dialéctico no qual se envolvem os nossos representantes à medida que vão sendo tomadas as decisões que mal ou bem determinam a nossa vida.
Num processo deste tipo, digo dialéctico, normalmente é usual trocarem-se argumentos e pontos de vista, e, naturalmente, concordarem-se com uns, e aceitarem-se ou negarem-se outros.
A regra dirá que nem sempre está tudo certo ou tudo errado. Há pontos que se afinam, há ideias que se melhoram, há argumentos que caiem, há outros que nascem.
Estranho é quando a dialéctica, que se pressupõe argumentação livre e esclarecida, se torna apenas na negação do outro. Tudo o que outro diz e faz é errado.
E é precisamente este aspecto que estranho no universo do parlamento nacional.
Deste ou de outro governo, qualquer que ele fosse, existe esse tipo de sub-cultura parlamentar que em que tudo o que é feito por um governo está sempre mal.
Qualquer pobre cidadão que assiste a este espectáculo certamente se perguntará e certamente achará que é muito difícil fazer-se tudo mal. Haverá aspectos negativos, tudo bem, mas a lei das probabilidades e da experiência dirá que é impossível errar-se em tudo.
Ou será que a comunicação social só passa para o exterior e para a "caixinha mágica" os aspectos negativos, os desacordos, a truculência? Penso que não, o que há é essa sub-cultura instalada, esse radicalismo, de que tudo o que vem dos outros é mau, e como tal não pode ser aceite, sob pena, quem sabe, da opinião pública nos ver como perdedores.
E essa sub-cultura faz-me pensar o estranho e absurdo que é elegermos pessoas que não se entendem e, a ver-se o que se vê, nunca chegarão a um qualquer acordo ou entendimento.
Pelo menos o acordo livre, não imposto. Tão bonito que foi terem inventado essa palavra arrepiante que é a palavra "diálogo".
Não há simplesmente diálogo possível entre estes representantes. Servem então para quê?
Num processo deste tipo, digo dialéctico, normalmente é usual trocarem-se argumentos e pontos de vista, e, naturalmente, concordarem-se com uns, e aceitarem-se ou negarem-se outros.
A regra dirá que nem sempre está tudo certo ou tudo errado. Há pontos que se afinam, há ideias que se melhoram, há argumentos que caiem, há outros que nascem.
Estranho é quando a dialéctica, que se pressupõe argumentação livre e esclarecida, se torna apenas na negação do outro. Tudo o que outro diz e faz é errado.
E é precisamente este aspecto que estranho no universo do parlamento nacional.
Deste ou de outro governo, qualquer que ele fosse, existe esse tipo de sub-cultura parlamentar que em que tudo o que é feito por um governo está sempre mal.
Qualquer pobre cidadão que assiste a este espectáculo certamente se perguntará e certamente achará que é muito difícil fazer-se tudo mal. Haverá aspectos negativos, tudo bem, mas a lei das probabilidades e da experiência dirá que é impossível errar-se em tudo.
Ou será que a comunicação social só passa para o exterior e para a "caixinha mágica" os aspectos negativos, os desacordos, a truculência? Penso que não, o que há é essa sub-cultura instalada, esse radicalismo, de que tudo o que vem dos outros é mau, e como tal não pode ser aceite, sob pena, quem sabe, da opinião pública nos ver como perdedores.
E essa sub-cultura faz-me pensar o estranho e absurdo que é elegermos pessoas que não se entendem e, a ver-se o que se vê, nunca chegarão a um qualquer acordo ou entendimento.
Pelo menos o acordo livre, não imposto. Tão bonito que foi terem inventado essa palavra arrepiante que é a palavra "diálogo".
Não há simplesmente diálogo possível entre estes representantes. Servem então para quê?
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