Governo estético é aquilo que chamo ao Governo que se preocupa muito em fazer coisas bonitinhas para ficar bem na fotografia.
Ou coisas pequenininhas e de preferência baratuchas que tenham uma grande visibilidade.
Uma espécie de bricolage governativa. Sócrates e os seus apaniguados eram típicos governantes estéticos. Foi o cartão do cidadão, as lojas do cidadão, portal do cidadão e muitas outras coisas para o cidadão.
Não digo que não são úteis e importantes, o problema é que bem vistas as coisas não deixam de ser apenas "coisinhas".
Neste âmbito muitas ideias se poderiam juntar a essas com um mero exercício mental de eficiência. Deixa-me ver se invento algumas. As cidades judiciárias, não, essa de tão evidente já foi inventada. Os centros de serviços de aldeia, com CTT, acesso a registos, bancos, agricultura, apenas com um funcionário local para ajudar a integrar no mundo real o aldeão esquecido ou aquele que quer genuinamente sê-lo.
A alteração conceptual da vida estudantil com intervenção prática dos estudantes desde muito cedo no meio e posição que pretendem atingir.
Acho ignóbil que alguém queira ser médico sem que tenha querido (nem que seja para engrandecer o seu curriculum) pelo menos ter passado uns meses de balde e esfregona a lavar corredores num hospital ou a ver de perto os doentes que futuramente quererá ajudar a curar.
Aos que querem ser engenheiros e juristas em sentido lado também lhes fazia bem acartarem uns baldes de massa ou andarem nos corredores prisionais a ver como as coisas se passam.
A todos estes que querem ser doutorados ou assistentes universitários até aos quarenta anos fazia-lhes certamente bem um contacto com a realidade prática.
Seriam concerteza menos fala baratos e melhores pessoas. E sem abandonarem a estética que é importante, ousariam pensar em ideias sublimes e verdadeiramente modificadoras e importantes. Mais uma ideia estética.
Os centros de sinergia empresarial ou joint-venture, em que pequenas empresas aprenderiam com o auxilio do Estado a agregar-se complementarmente em redor de projectos nacionais ou internacionais.
O vulgo, um dá o bacalhau, outro as batatas, outro o azeite e o vinagre e temos todos almoçarada. Ideias estéticas não faltam, o problema são sempre as grandes opções, as sublimes, as determinantes.
Enfim, temos isto!!
Ou coisas pequenininhas e de preferência baratuchas que tenham uma grande visibilidade.
Uma espécie de bricolage governativa. Sócrates e os seus apaniguados eram típicos governantes estéticos. Foi o cartão do cidadão, as lojas do cidadão, portal do cidadão e muitas outras coisas para o cidadão.
Não digo que não são úteis e importantes, o problema é que bem vistas as coisas não deixam de ser apenas "coisinhas".
Neste âmbito muitas ideias se poderiam juntar a essas com um mero exercício mental de eficiência. Deixa-me ver se invento algumas. As cidades judiciárias, não, essa de tão evidente já foi inventada. Os centros de serviços de aldeia, com CTT, acesso a registos, bancos, agricultura, apenas com um funcionário local para ajudar a integrar no mundo real o aldeão esquecido ou aquele que quer genuinamente sê-lo.
A alteração conceptual da vida estudantil com intervenção prática dos estudantes desde muito cedo no meio e posição que pretendem atingir.
Acho ignóbil que alguém queira ser médico sem que tenha querido (nem que seja para engrandecer o seu curriculum) pelo menos ter passado uns meses de balde e esfregona a lavar corredores num hospital ou a ver de perto os doentes que futuramente quererá ajudar a curar.
Aos que querem ser engenheiros e juristas em sentido lado também lhes fazia bem acartarem uns baldes de massa ou andarem nos corredores prisionais a ver como as coisas se passam.
A todos estes que querem ser doutorados ou assistentes universitários até aos quarenta anos fazia-lhes certamente bem um contacto com a realidade prática.
Seriam concerteza menos fala baratos e melhores pessoas. E sem abandonarem a estética que é importante, ousariam pensar em ideias sublimes e verdadeiramente modificadoras e importantes. Mais uma ideia estética.
Os centros de sinergia empresarial ou joint-venture, em que pequenas empresas aprenderiam com o auxilio do Estado a agregar-se complementarmente em redor de projectos nacionais ou internacionais.
O vulgo, um dá o bacalhau, outro as batatas, outro o azeite e o vinagre e temos todos almoçarada. Ideias estéticas não faltam, o problema são sempre as grandes opções, as sublimes, as determinantes.
Enfim, temos isto!!
Cuidados com higiene
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